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sábado, 4 de abril de 2015

Silencio, inocente.

Você ouve o silencio, inocente...
Longe dos barulhos da alma,
Das inquietações do corpo.


A violência das palavras,
É abafada por ele,
E nada mais resta...



Não se percebe a cidade caótica,
Com sombras de pessoas,
Que se autoproclamam,
Humanos...



O silencio rasga a noite
Foge por entre as arestas,
E toma conta do dia.



Transformando
Tudo que é podre,
Em poesia.

Pablo Danielli

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