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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Casa sem morada

Pessoas sem vida,
Dividem agonias.
Entre tabuas,
E frestas no telhado...
Lá vai esperança,
Com o passar dos dias.
Entre águas passadas,
Falta lhe faz a pureza,
Da alegria roubada.
Casa sem morada...
É como uma pessoa,
Sem alma.
Não ri...
Não luta...
Não chora...
Conformado, mendiga!
O sol, não aquece a casa,
A esperança, não encontra ninguém,
No barraco, proclamado lar...
Dividido entre corpos,
Cozinha e sala.
Pablo Danielli

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