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sexta-feira, 9 de outubro de 2015



Mais que a noite,

Que passa.

Mais que teu silencio 

Que fica.

O corpo cai...

A noite cai...

Tuas memórias,

Vão embora.

Azar o teu!

Azar o meu!

Azar da vida!

Ingrata.

Que não retribui afagos,

Ingrata.

Porque não sorri,

Só chora.

E o vento leva,

A toda hora

Teu corpo...

Pra longe do meu.

Mas o tempo passa,

A vida passa,

A noite se acaba.

Assim como a palavra,

Uma hora ou outra...

Tua solidão,

Minha solidão...

Cala!


Pablo Danielli

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