segunda-feira, 30 de maio de 2011

A mente, a chuva e a noite

A mente, a chuva e a noite.

Um noite de chuva, uma boa xícara de café, um cobertor e pensamentos soltos na mente, ócio construtivo misturado com gestos de auto piedade, musica solta pelo ar, amores preso ao coração.

Pequenos pedaços de emoções, misturados com doses de solidão, como deixar de ser apenas um ponto, uma virgula na multidão, para ser referencia, um norte, um pequeno facho de luz na escuridão na mente das pessoas. A cidade é uma pequena maquina imperfeita, não para, gira e gira e gira, realizando e destruindo planos, e a noite com a chuva, vem para lavar, renovar ou destruir pensamentos e sonhos.

E assim simplesmente se vive, puramente se pensa, sem sair de um sofá os olhos piscam e tudo começa e recomeça novamente, um bom filme, um bom livro, um abraço, um adeus, um até logo, logo um beijo para acalmar, mais um pouco do aroma de café para saborear.

sábado, 9 de abril de 2011

Dias de Tempestades


Dias de tempestade

O que realmente é real, que instante vivido, sentido, pode ser confundido com sonho, com verdades ou meias verdades. A mente nos prega peças ou são nossas atitudes que pregam peças em nossas mentes.

A loucura seria apenas um ponto de fuga para algo que não existe ou seria justamente o contrario, seriamos capazes de acreditar em palavras de algo que nunca existiu, ou sempre temos o palpável como única condição de crenças e costumes.

Descobrir a roda todos os dias, ser capaz de se reinventarmos a todo segundo, tocar o invisível aos olhos, inverter a ordem do normal, colocar o certo e o errado, o bom e o ruim em confronto passivo, seriamos capazes de suportar ou lidar com os fatos ou a falta deles?

As tempestades que nos assombram, fazem nosso intimo estar em um permanente navegar por águas bravas, por vezes o detalhe que deixamos passar, é justamente o detalhe que nos faz falta para resolvermos em que tipo de mundo estamos vivendo.

Todos temos medos, todos temos temores, não do escuro, ou de algo que nos foi dito na infância, mas sim de falhar, do silencio empregado em meias frases mal faladas, escritas ou ouvidas, temor de ser visto como fracasso, por uma sociedade que na maioria das vezes, se quer sabe da sua existência.

Então em que mundo realmente vivemos, que luta sem fim queremos ganhar, estamos a viver em um mundo real, ou apenas é uma peça pregada pela nossa mente, para disfarçar a loucura existente nem cada um de nós. Para onde correr, procurar abrigo, quando a tempestade é justamente dentro de nós.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Quando Deus encontra a terra


Quando Deus encontra a terra

Quando Deus encontra a terra, toca a todos nós, de formas diferentes, de forma que faça o ser humano se sentir mais gente. É incrível a energia que nós passa, a forma com a qual nos sentimos melhores e maiores do que realmente somos.

Sem fingimentos ou mascaras, apenas nós mesmo, em uma simplicidade sem tamanho, despidos de toda maldade, de toda a falsidade, tendo a oportunidade de ter um profundo encontro com nós mesmos. Descobrindo assim o nosso real tamanho neste imenso espaço que é a terra.

Temos formas diferentes de sentir este encontro, temos formas diferentes de receber esta energia, de passar este momento adiante, de guardarmos para sempre em nossa memória, que seja em um gesto, em um objeto, ou momento que seja repleto de harmonia, que faça se dar valor a vida.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

No nosso dia a dia, muitas vezes enfrentamos muitas tempestades e nem ao menos conseguimos ver a beleza que este momento nos proporciona.

Não é raro ver que esquecemos de pequenas coisas, detalhes que muitas vezes nos fazem falta, por pura e simples vontade de fechar os olhos e deixar passar o momento.

Se deve sempre enfrentar tudo de cabeça erguida, olhando para frente e procurando sempre ver tudo como puro e simplesmente um aprendizado, assim quem sabe tudo seja visto como uma bela fotografia.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A solidão e o mar, tão perto e tão distante, pensamentos que nos remetem a nostalgia, que elevam nossas almas e fazem do futuro algo incerto.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Quando o olho encontra a paisagem

A busca pela imagem perfeita, o momento exato, o sentimento visto por trás de uma imagem. O querer da perfeição, e a imperfeição dos detalhes, tudo registrado, guardado, para sempre em teus olhos, causador do clic perfeito.

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