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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Canta Maria


Canta Maria, canta!
Canta o que ninguém mais ouve
Espalha com tua doce voz
O que tantas Marias sentem.
Seca tuas lágrimas, Maria
Teus olhos foram feitos para brilhar
Teus lábios para beijar
Teu corpo para amar!
Vai, Maria, segue em frente!
Mostra o que ninguém consegue mais ver
Ama tua vida, como quem ama um filho teu
Ah linda flor, não nasceste para sofrer.
Maria de todas as cores
Maria de todas as vozes
Maria de todos os amores
Maria de todas as dores.
Mulher de todas as noites
Mulher da luta, do dia a dia
Mulher do sim e do não
Mulher do perdão.
Mostra pra eles, Maria...
O que a cegueira impede que outros possam ver
Que embora calejado, teu coração é puro!
Porque com a vida, aprendeste a amar.


Pablo Danielli

terça-feira, 26 de abril de 2016

Livro 

Necrose - O livro Vermelho.


Cronicas e Poesias com tons reflexivos, envolvendo a sociedade e a rotina das pessoas, distribuídos por 300 paginas.



Link para baixar:












Aroma da realidade


E assim, sem mais, pouco a pouco as gotas marcavam o chão de madeira velha, um barulho quase tão sutil quanto o de uma folha caindo ao pé da mesa enferrujado.

Gotas de um vermelho encantador, com o reflexo da luz tornando-as ora como um vinho, ora vivas como o sangue, destoavam de todo o silêncio contido no tempo.

Tempo este tão vazio quanto às lembranças, quanto às ideias, tanto quanto a falta de planos, como os corpos ali presentes e apenas presentes, seguindo suas sinas.





Canta Maria





Canta Maria, canta!

Canta o que ninguém mais ouve

Espalha com tua doce voz

O que tantas Marias sentem.

Seca tuas lágrimas, Maria

Teus olhos foram feitos para brilhar

Teus lábios para beijar

Teu corpo para amar!

Vai, Maria, segue em frente!

Mostra o que ninguém consegue mais ver

Ama tua vida, como quem ama um filho teu

Ah linda flor, não nasceste para sofrer.

Maria de todas as cores

Maria de todas as vozes

Maria de todos os amores

Maria de todas as dores.

Mulher de todas as noites

Mulher da luta, do dia a dia

Mulher do sim e do não

Mulher do perdão.

Mostra pra eles, Maria

O que a cegueira impede que outros possam ver

Que embora calejado, teu coração é puro!

Porque com a vida, aprendeste a amar.




Pablo Danielli

segunda-feira, 14 de março de 2016

Livro 

Necrose - O livro Vermelho.


Cronicas e Poesias com tons reflexivos, envolvendo a sociedade e a rotina das pessoas, distribuídos por 300 paginas.



Link para baixar:












Aroma da realidade


E assim, sem mais, pouco a pouco as gotas marcavam o chão de madeira velha, um barulho quase tão sutil quanto o de uma folha caindo ao pé da mesa enferrujado.

Gotas de um vermelho encantador, com o reflexo da luz tornando-as ora como um vinho, ora vivas como o sangue, destoavam de todo o silêncio contido no tempo.

Tempo este tão vazio quanto às lembranças, quanto às ideias, tanto quanto a falta de planos, como os corpos ali presentes e apenas presentes, seguindo suas sinas.





Canta Maria





Canta Maria, canta!

Canta o que ninguém mais ouve

Espalha com tua doce voz

O que tantas Marias sentem.

Seca tuas lágrimas, Maria

Teus olhos foram feitos para brilhar

Teus lábios para beijar

Teu corpo para amar!

Vai, Maria, segue em frente!

Mostra o que ninguém consegue mais ver

Ama tua vida, como quem ama um filho teu

Ah linda flor, não nasceste para sofrer.

Maria de todas as cores

Maria de todas as vozes

Maria de todos os amores

Maria de todas as dores.

Mulher de todas as noites

Mulher da luta, do dia a dia

Mulher do sim e do não

Mulher do perdão.

Mostra pra eles, Maria

O que a cegueira impede que outros possam ver

Que embora calejado, teu coração é puro!

Porque com a vida, aprendeste a amar.




Pablo Danielli

sexta-feira, 4 de março de 2016

Mentes estranhas

Assim, sob a luz cinza...
E com o vento cortante do inverno,
Trás a vida, quem nem ao menos existia.
Corações gelados ignoram,
Mentes frias fingem não ver...
Entre uma esquina e uma marquise,
Uma calçada esburacada, um buraco de vida,
É quase gente, quase enfeite da cidade.
Indigente que é incomodo,
Para aqueles que não conseguem perceber...
Que a fome e o frio, não são de cultura.
E lagrimas não matam a sede,
De vida, de amor, de sentir-se humano.
Mentes estranhas, mentem...
Que correm atrás de sonhos,
Para se esconder.
Enquanto alguns
Fingem existir...
Para sobreviver.

Pablo Danielli

quinta-feira, 3 de março de 2016

O Poço

No fundo do poço
Estava a vida...
O pouco da dignidade,
E um resto de amor.
As palavras presas
Entre as paredes,
Faziam afogar.
A esperança...
Era como um muro alto,
Intransponível.
E o fundo do poço,
Era morto, sem luz...
Por que há muito
Os olhos não veem ou brilham.
Ninguém era capaz de ouvir ,
Os gritos eram tão fortes,
Quanto a indiferença...
De quem por ali passava.
Usado pela cidade,
Desprezado pela sociedade,
Esquecido como um eco...
Preso na memoria.
Antes fonte de vida,
Agora, agoniza.
Porque todo ser que ali bebeu
Esqueceu-se de retribuir,
Por que uma vida,
Só deixa de ser fonte,
Quando é apenas usada...
E esquecida.
Pablo Danielli
Movimentos

A liberdade
Dita pela palavra,
É uma falsa sensação de prazer.
Dizer por dizer...
Jogamos fora palavras de ódio e amor,
A liberdade requer mais,
Que alguma frase bonita,
Ou lábios que desejam.
É preciso um pouco de sonho,
Palavra e atitude.
Mexa suas pernas...
Movimente seus braços...
Abra sua mente...
A liberdade não é estática!
É movimento e sensação.
Um corpo precisa,
Bem mais que olhares,
E frases para viver...
Ele precisa de atitudes!
Para ser livre é preciso acreditar,
Em suas próprias palavras e agir.
O futuro é construído,
Pelos passos que damos no passado.


Pablo Danielli

quarta-feira, 2 de março de 2016

Canto

Acende uma vela
Reza pro teu santo!
Por desapego, por desespero,
E algum tipo de encanto.
Enquanto a luz do dia
Espera e te aguarda, como guia,
Pra você sentir a vida
Ao invés de ficar ajoelhado,
Em algum canto.
Lamentando
Por dizeres que sozinhos
Não movem um mundo,
Nem geram espanto.
De pedido em pedido,
Impedindo de ser a vida...
Que tanto ouve em forma,
De melodia e canto!



Pablo Danielli
Ilusão


Entre um gole
E outro de falsa ilusão,
A realidade rasga a garganta
Do pobre cidadão.




Pablo Danielli

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Livro 

Necrose - O livro Vermelho.


Cronicas e Poesias com tons reflexivos, envolvendo a sociedade e a rotina das pessoas, distribuídos por 300 paginas.



Link para baixar:












Aroma da realidade


E assim, sem mais, pouco a pouco as gotas marcavam o chão de madeira velha, um barulho quase tão sutil quanto o de uma folha caindo ao pé da mesa enferrujado.

Gotas de um vermelho encantador, com o reflexo da luz tornando-as ora como um vinho, ora vivas como o sangue, destoavam de todo o silêncio contido no tempo.

Tempo este tão vazio quanto às lembranças, quanto às ideias, tanto quanto a falta de planos, como os corpos ali presentes e apenas presentes, seguindo suas sinas.





Canta Maria





Canta Maria, canta!

Canta o que ninguém mais ouve

Espalha com tua doce voz

O que tantas Marias sentem.

Seca tuas lágrimas, Maria

Teus olhos foram feitos para brilhar

Teus lábios para beijar

Teu corpo para amar!

Vai, Maria, segue em frente!

Mostra o que ninguém consegue mais ver

Ama tua vida, como quem ama um filho teu

Ah linda flor, não nasceste para sofrer.

Maria de todas as cores

Maria de todas as vozes

Maria de todos os amores

Maria de todas as dores.

Mulher de todas as noites

Mulher da luta, do dia a dia

Mulher do sim e do não

Mulher do perdão.

Mostra pra eles, Maria

O que a cegueira impede que outros possam ver

Que embora calejado, teu coração é puro!

Porque com a vida, aprendeste a amar.




Pablo Danielli

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Livro 

Necrose - O livro Vermelho.


Cronicas e Poesias com tons reflexivos, envolvendo a sociedade e a rotina das pessoas, distribuídos por 300 paginas.



Link para baixar:












Aroma da realidade


E assim, sem mais, pouco a pouco as gotas marcavam o chão de madeira velha, um barulho quase tão sutil quanto o de uma folha caindo ao pé da mesa enferrujado.

Gotas de um vermelho encantador, com o reflexo da luz tornando-as ora como um vinho, ora vivas como o sangue, destoavam de todo o silêncio contido no tempo.

Tempo este tão vazio quanto às lembranças, quanto às ideias, tanto quanto a falta de planos, como os corpos ali presentes e apenas presentes, seguindo suas sinas.





Canta Maria





Canta Maria, canta!

Canta o que ninguém mais ouve

Espalha com tua doce voz

O que tantas Marias sentem.

Seca tuas lágrimas, Maria

Teus olhos foram feitos para brilhar

Teus lábios para beijar

Teu corpo para amar!

Vai, Maria, segue em frente!

Mostra o que ninguém consegue mais ver

Ama tua vida, como quem ama um filho teu

Ah linda flor, não nasceste para sofrer.

Maria de todas as cores

Maria de todas as vozes

Maria de todos os amores

Maria de todas as dores.

Mulher de todas as noites

Mulher da luta, do dia a dia

Mulher do sim e do não

Mulher do perdão.

Mostra pra eles, Maria

O que a cegueira impede que outros possam ver

Que embora calejado, teu coração é puro!

Porque com a vida, aprendeste a amar.




Pablo Danielli

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