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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Às vezes
Você atravessa a porta,
Pode ser uma entrada
Ou quem sabe uma saída.
Tudo vai depender
De como você
Vê a sua vida.


Pablo Danielli

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Selva

Essa selva de pedra
Em constante movimento,
Feita de sonhos, lagrimas,
Feita de gente.
Tantas ruas que se cruzam
Sorrisos surgem de repente,
Placas que nada dizem
Olhares que se entregam, assim sem mais,
Supreendentemente.
Dias cinzas, bons para novos amores,
Uma xicara de chá, desinteresse!
A loucura de uma grande colmeia
Que corre nas veias dessas pessoas
Que fingem ser gente.
O concreto, o pó, o asfalto,
Uma droga viciante
Que, quem vive isso mesmo por um instante,
Não consegue mais sair.
É o gozo de prazer
De quem já não consegue viver sem
As palavras duras, olhares tristes,
Que se escondem em forma de arquitetura
Iludindo qualquer sobrevivente.

Pablo Danielli

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Avesso

Palavras podem ser recicladas
Pensamentos podem ser mudados,
O novo pode ficar obsoleto...
E o velho pode ter valor.
Embora tudo esteja misturado,
Dentro da gente...
A mudança só começa,
Quando a nós perdemos o medo da vida!
E a vida perde o medo da gente.

Pablo Danielli

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