Poesias, crônicas, textos sobre a vida. Poems, essays, texts about life. Poesie, saggi, testi sulla vita. Des poèmes, des essais, des textes sur la vie. Gedichte, Essays, Texte über das Leben. Poemas, ensayos, textos sobre la vida.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Lança
Em forma de lança
Rasgou- lhe a alma,
Com elogios.
Pouco a pouco
A carne sedia lentamente.
O tecido dilacerado
Deixava frestas,
Na alma.
Palavra por palavra
Tomava-lhe o corpo,
Com esperança.
Roubou-lhe os suspiros,
Tomou-lhe a vida...
Em troca de um prazer carnal.
Deu-se por inteira,
Sem imaginar amanhã!
Pois sabia...
Que sorrisos e lagrimas,
Cobram sua cota
Sobre o desejo, de sentir-se viva.
Rasgou- lhe a alma,
Com elogios.
Pouco a pouco
A carne sedia lentamente.
O tecido dilacerado
Deixava frestas,
Na alma.
Palavra por palavra
Tomava-lhe o corpo,
Com esperança.
Roubou-lhe os suspiros,
Tomou-lhe a vida...
Em troca de um prazer carnal.
Deu-se por inteira,
Sem imaginar amanhã!
Pois sabia...
Que sorrisos e lagrimas,
Cobram sua cota
Sobre o desejo, de sentir-se viva.
Pablo Danielli
À tarde de tardes rotineiras
Em tarde tristes e rotineiras
Aproveita a bagunça,
E levanta a poeira.
Finge que ninguém viu
E sai passear...
E no cruzar de um olhar,
Você encontra a felicidade
E quem sabe...
Um amor pra relaxar.
Aproveita a bagunça,
E levanta a poeira.
Finge que ninguém viu
E sai passear...
E no cruzar de um olhar,
Você encontra a felicidade
E quem sabe...
Um amor pra relaxar.
Pablo Danielli
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Milagreiro
A agonia de um homem
Não começa quando ele trabalha,
Mas sim, quando ele recebe.
Quando o feijão não dá
E quando alguma conta fica para trás,
É quando ele resolve mudar de lugar
Em busca de esperança,
E está pouco irá durar.
É quando o choro da fome
Cede lugar a insônia,
E as preocupações tomam conta
De suas rezas.
Quando ele troca o dia pela noite
Ou quando ele nem percebe onde está.
E em pequenos pedaços
De folhas encontradas ao chão,
Escreve alguma prece,
Como quem pede
Por clemência e pão.
Tem dó! Pobre homem.
Tem dó!De viver.
Milagreiro de uma vida
Com direito a passagem só de ida,
E sofrer sem merecer.
Pois apenas os erros
São cometidos mais de uma vez,
Querer já não faz mais parte de você.
Nem a luz da lua
Dá-se ao luxo de lhe aparecer.
Não sabe mais o peso que tem
Seus passos e suas sombras que vagam,
Por algum lugar sem saber,
E perguntando-se,
Para que motivo viver?
Tem dó! Pobre homem.
Tem dó!De viver.
Milagreiro de uma vida
Com direito a passagem só de ida,
E sofrer sem merecer.
Não começa quando ele trabalha,
Mas sim, quando ele recebe.
Quando o feijão não dá
E quando alguma conta fica para trás,
É quando ele resolve mudar de lugar
Em busca de esperança,
E está pouco irá durar.
É quando o choro da fome
Cede lugar a insônia,
E as preocupações tomam conta
De suas rezas.
Quando ele troca o dia pela noite
Ou quando ele nem percebe onde está.
E em pequenos pedaços
De folhas encontradas ao chão,
Escreve alguma prece,
Como quem pede
Por clemência e pão.
Tem dó! Pobre homem.
Tem dó!De viver.
Milagreiro de uma vida
Com direito a passagem só de ida,
E sofrer sem merecer.
Pois apenas os erros
São cometidos mais de uma vez,
Querer já não faz mais parte de você.
Nem a luz da lua
Dá-se ao luxo de lhe aparecer.
Não sabe mais o peso que tem
Seus passos e suas sombras que vagam,
Por algum lugar sem saber,
E perguntando-se,
Para que motivo viver?
Tem dó! Pobre homem.
Tem dó!De viver.
Milagreiro de uma vida
Com direito a passagem só de ida,
E sofrer sem merecer.
Pablo Danielli
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Tempo, laços e amores
Era para ser agora,
Mas, ficou para depois.
Era para ser pra sempre...
Virou rancor.
Tantos laços!
Impossível desatar a dor.
Um passo em falso,
La se vai...
Um velho amor.
Mas, ficou para depois.
Era para ser pra sempre...
Virou rancor.
Tantos laços!
Impossível desatar a dor.
Um passo em falso,
La se vai...
Um velho amor.
Pablo Danielli
terça-feira, 2 de junho de 2015
Batendo a porta
A miséria e a fome
Ainda não descobriram,
O caminho dos ricos.
Estão ocupadas
Batendo á porta,
Dos pobres.
Há duvida que insiste
E quando se acabarem os pobres?
Haverá risos na boca dos omitidos,
Ou o medo tomará conta.
Sendo que em país subdesenvolvido
A miséria não fica,
Sem marido.
Pablo Danielli
Ainda não descobriram,
O caminho dos ricos.
Estão ocupadas
Batendo á porta,
Dos pobres.
Há duvida que insiste
E quando se acabarem os pobres?
Haverá risos na boca dos omitidos,
Ou o medo tomará conta.
Sendo que em país subdesenvolvido
A miséria não fica,
Sem marido.
Pablo Danielli
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Romper
Infinitos pensamentos
Oceanos de palavras,
A pureza rompida
Pelos olhos curiosos da mente.
Depois do primeiro passo, incertezas!
Depois da primeira curva
A duvida além da própria natureza.
Rasgar o senso comum
Para se tornar extraordinário!
A mente que não mente
De forma latente,
É um presente.
Pablo Danielli
Oceanos de palavras,
A pureza rompida
Pelos olhos curiosos da mente.
Depois do primeiro passo, incertezas!
Depois da primeira curva
A duvida além da própria natureza.
Rasgar o senso comum
Para se tornar extraordinário!
A mente que não mente
De forma latente,
É um presente.
Pablo Danielli
Sem janela, nem porta
Faltou água
Acabou a luz,
Comida não tem.
Sofrimento sempre sobra
Em alguma casa
Sem janela e nem porta,
Seja no sul ou no sertão!
A noite é iluminada
Pelos lamentos,
E o sal das lagrimas
É o sustento!
Para a barriga de vento.
Em terra castigada
Pela politica e corrupção
Quem sofre é o miserável
Sem o acesso a saúde
E educação.
Que vive de promessas
Que insistem em se repetir
A cada quatro anos
Ilusão, ilusão, ilusão,
Pela falta de competência
Na escolha de uma nação.
Acabou a luz,
Comida não tem.
Sofrimento sempre sobra
Em alguma casa
Sem janela e nem porta,
Seja no sul ou no sertão!
A noite é iluminada
Pelos lamentos,
E o sal das lagrimas
É o sustento!
Para a barriga de vento.
Em terra castigada
Pela politica e corrupção
Quem sofre é o miserável
Sem o acesso a saúde
E educação.
Que vive de promessas
Que insistem em se repetir
A cada quatro anos
Ilusão, ilusão, ilusão,
Pela falta de competência
Na escolha de uma nação.
Pablo Danielli
Acaso
Mapas do acaso
Que te lavam,
Sem querer...
Ha algum tesouro,
Ou para perder alguém!
Entre manias isoladas,
Se busca cruzar com ninguém.
Dias e noites,
Feitas com passos ao vento...
O levando de um lado ao outro
Mostrando desdem.
Quando tudo que se quer
É no X do mapa ,
Se encontrar...
E não mais, ser refém.
Que te lavam,
Sem querer...
Ha algum tesouro,
Ou para perder alguém!
Entre manias isoladas,
Se busca cruzar com ninguém.
Dias e noites,
Feitas com passos ao vento...
O levando de um lado ao outro
Mostrando desdem.
Quando tudo que se quer
É no X do mapa ,
Se encontrar...
E não mais, ser refém.
Pablo Danielli
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