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sexta-feira, 3 de julho de 2015

O conto

O melhor conto desatado sobre a vida, feito no ultimo momento de alegria, era na verdade uma grande e inédita mentira. Contado a conta gotas, para saciar de palavras bonitas os ouvidos de quem os ouviam, lambuzar a boca de quem o proferia. Meias palavras, compostas por mentiras inteiras, feitas sob medida para conformar, agradar, muito mais que velhos livros, com novas formulas de autoajuda.
Falava sobre tudo o que a mente imaginava e mentes apaixonadas conseguem fazer algo que muitas outras evitam no seu dia a dia, mentes dopadas conseguem voar! Deixam à caretice dos gestos decorados e mecânicos a margem dos sonhos.
Cria-se todo um universo com nomes, momentos e prazeres. Insaciável vontade de ser feliz, faz de qualquer mulher uma meretriz, qualquer homem um cafetão. Mistura-se boa postura com verdade nua e crua e nesse conto, a verdade machuca muito mais que poucas frases de impacto. Feitas como encomendas, entregues diretamente a qualquer ser que trate a vida com certo desdém.
Os parágrafos datilografados com letras e mais letras que se embaralhavam as incertezas, faziam o homem pensar e a mulher chorar. Um mundo de palavras, casas feitas com vírgulas e pontos, prazeres que se misturavam a virada de uma pagina.  Um orgasmo em forma de ponto final!
O conto não tinha nenhuma obrigação, não fazia questão de ser diferente, não tinha pretensão de ser o que não merecia ter. Era apenas feito para cumprir sua função, emaranhado de histórias, felizes, tristes, que faziam amar, odiar e sentir.
Julgado, criticado e depreciado pelos que não conseguiam ver além de um pedaço de papel, sociedade feita de pré-conceitos, estabelecidos por seres que não conseguiam criar, para tanto tentavam podar a imaginação, que aquelas paginas traziam consigo. O conto seguia sua rotina, passando de mão em mão, dedos diferentes buscavam o mesmo resultado, imediato como se fosse um remédio, uma formula na qual ele não fazia parte.
Mas para ele próprio, se considerava apenas uma folha, um conjunto de memorias, mesmo que outros insistissem ele desejava apenas cumprir com a sua função de ser apenas e justamente um conto.
Pablo Danielli

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Pequeno conto

Um pequeno conto sobre amor
Com corações partidos,
Sorrisos e lagrimas.
Olhares trocados
Papéis rabiscados,
Juras de amor
Dor, sem pudor.

Pablo Danielli

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O conto

O melhor conto desatado sobre a vida, feito no ultimo momento de alegria, era na verdade uma grande e inédita mentira.



http://lounge.obviousmag.org/palavras_soltas/2013/10/o-conto.html


O melhor conto desatado sobre a vida, feito no ultimo momento de alegria, era na verdade uma grande e inédita mentira.
Contado a conta gotas, para saciar de palavras bonitas os ouvidos de quem os ouviam, lambuzar a boca de quem o proferia. Meias palavras, compostas por mentiras inteiras, feitas sob medida para conformar, agradar, muito mais que velhos livros, com novas formulas de autoajuda.
Falava sobre tudo o que a mente imaginava e mentes apaixonadas conseguem fazer algo que muitas outras evitam no seu dia a dia, mentes dopadas conseguem voar! Deixam à caretice dos gestos decorados e mecânicos a margem dos sonhos.
Cria-se todo um universo com nomes, momentos e prazeres. Insaciável vontade de ser feliz, faz de qualquer mulher uma meretriz, qualquer homem um cafetão.
Mistura-se boa postura com verdade nua e crua e nesse conto, a verdade machuca muito mais que poucas frases de impacto. Feitas como encomendas, entregues diretamente a qualquer ser que trate a vida com certo desdém.
Os parágrafos datilografados com letras e mais letras que se embaralhavam as incertezas, faziam o homem pensar e a mulher chorar. Um mundo de palavras, casas feitas com vírgulas e pontos, prazeres que se misturavam a virada de uma pagina. Um orgasmo em forma de ponto final!
O conto não tinha nenhuma obrigação, não fazia questão de ser diferente, não tinha pretensão de ser o que não merecia ter. Era apenas feito para cumprir sua função, emaranhado de histórias, felizes, tristes, que faziam amar, odiar e sentir.
Julgado, criticado e depreciado pelos que não conseguiam ver além de um pedaço de papel, sociedade feita de pré-conceitos, estabelecidos por seres que não conseguiam criar, para tanto tentavam podar a imaginação, que aquelas paginas traziam consigo.
O conto seguia sua rotina, passando de mão em mão, dedos diferentes buscavam o mesmo resultado, imediato como se fosse um remédio, uma formula na qual ele não fazia parte.
Mas para ele próprio, se considerava apenas uma folha, um conjunto de memorias, mesmo que outros insistissem ele desejava apenas cumprir com a sua função de ser apenas e justamente um conto.

Pablo Danielli

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pequeno conto



Um pequeno conto sobre amor

Com corações partidos,

Sorrisos e lagrimas.

Olhares trocados

Papéis rabiscados,

Juras de amor

Dor, sem pudor.


Pablo Danielli

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O conto



O conto



O melhor conto desatado sobre a vida, feito no ultimo momento de alegria, era na verdade uma grande e inédita mentira. Contado a conta gotas, para saciar de palavras bonitas os ouvidos de quem os ouviam, lambuzar a boca de quem o proferia. Meias palavras, compostas por mentiras inteiras, feitas sob medida para conformar, agradar, muito mais que velhos livros, com novas formulas de autoajuda.

Falava sobre tudo o que a mente imaginava e mentes apaixonadas conseguem fazer algo que muitas outras evitam no seu dia a dia, mentes dopadas conseguem voar! Deixam à caretice dos gestos decorados e mecânicos a margem dos sonhos.

Cria-se todo um universo com nomes, momentos e prazeres. Insaciável vontade de ser feliz, faz de qualquer mulher uma meretriz, qualquer homem um cafetão. Mistura-se boa postura com verdade nua e crua e nesse conto, a verdade machuca muito mais que poucas frases de impacto. Feitas como encomendas, entregues diretamente a qualquer ser que trate a vida com certo desdém.

Os parágrafos datilografados com letras e mais letras que se embaralhavam as incertezas, faziam o homem pensar e a mulher chorar. Um mundo de palavras, casas feitas com vírgulas e pontos, prazeres que se misturavam a virada de uma pagina. Um orgasmo em forma de ponto final!

O conto não tinha nenhuma obrigação, não fazia questão de ser diferente, não tinha pretensão de ser o que não merecia ter. Era apenas feito para cumprir sua função, emaranhado de histórias, felizes, tristes, que faziam amar, odiar e sentir.

Julgado, criticado e depreciado pelos que não conseguiam ver além de um pedaço de papel, sociedade feita de pré-conceitos, estabelecidos por seres que não conseguiam criar, para tanto tentavam podar a imaginação, que aquelas paginas traziam consigo. O conto seguia sua rotina, passando de mão em mão, dedos diferentes buscavam o mesmo resultado, imediato como se fosse um remédio, uma formula na qual ele não fazia parte.

Mas para ele próprio, se considerava apenas uma folha, um conjunto de memorias, mesmo que outros insistissem ele desejava apenas cumprir com a sua função de ser apenas e justamente um conto.

http://lounge.obviousmag.org/palavras_soltas/2013/10/o-conto.html

Pablo Danielli

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