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quinta-feira, 2 de abril de 2015

E ela estava só,
Observava as coisas ao seu redor...
E via com clareza, que estava fora do lugar.
Talvez seu mundo não fosse aquele,
Mas foram suas escolhas, que fizeram chegar até esse lugar,
Mas mesmo assim, ela estava só.
Estava só com suas idéias,
Estava apenas na companhia de suas letras,
Vivia na ilusão da melodia,
De uma musica que não mais existia.
Tudo triste e sem vida, sem cor... Azar dela que assim o via.
Mas em meio às pessoas na calçada,
Ela se sentia só, com seus pensamentos...
Fora deste tempo, longe dos tormentos,
Ela estava só.

Pablo Danielli

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Olhar



De repente do olhar
Surgiu a duvida,
E da duvida a certeza
De que sua vida precisava mudar.
Não só de amores e estações
Mas o que possuía
No coração.


Pablo Danielli

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Certeza

A vida...
É uma duvida,
Que vamos
Preenchendo aos poucos,
Até virar uma certeza!

Pablo Danielli

terça-feira, 2 de julho de 2013

Romper

Infinitos pensamentos
Oceanos de palavras,
A pureza rompida
Pelos olhos curiosos da mente.
Depois do primeiro passo, incertezas!
Depois da primeira curva
A duvida além da própria natureza.
Rasgar o senso comum
Para se tornar extraordinário!
A mente que não mente
De forma latente,
É um presente.



Pablo Danielli

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Botão


Medíocre instante
Do botão, explosão!
Propagação da incerteza
Duvida e escuridão.
Dedos que condenam
Sem saber, sem ter um porque,
Justo sofrimento
Por escolha da sorte?
Ou da falta de saber!
Em um piscar de olhos
Uma caricatura bem apresentada,
Do mal, em forma de fada.
Auto, convencimento
De que o melhor para você
Talvez seja também para a nação!
Leve instante de esperança
Que se acabe a apreensão,
Mesmo que seja nas mãos
Manchadas de um duvidoso ser.
O voto é a guilhotina do povo
Que lentamente mata milhares
Pelas desculpas esfarrapadas
De homens que se dizem exemplares.
Ao amanhecer restam apenas vestígios
De mais uma fantasia, que esfarelou vidas,
Em troca de um barato assistencialismo.
Que começa no alento de uma urna
E termina com a esperança em um caixão.

Pablo Danielli

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Doubt, Duvida



doubt




The tenuous balance

Absent in mind

The enslaves duties by

Bought.




The lack of doubt

Transforms the face

In Lamb,

Ready to be immolated.




Lame truths

Inflated prophetic words,

There is no sign of reason

Amid the organized chaos.




stupendous mastery

In old following warning signs,

Murdering one's own freedom

To take comfort in life.




Pablo Danielli




Duvida

O equilíbrio tênue
Ausente na mente
O escraviza por deveres
Adquiridos.

A falta da duvida
Transforma a face
Em cordeiro,
Pronto para ser imolado.

Capenga de verdades
Inflada de proféticas palavras,
Não há sinal de razão
Em meio ao caos organizado.

Estupenda maestria
Em seguir velhas sinas,
Assassinando a própria liberdade
Para ter conforto na vida.

Pablo Danielli

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