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terça-feira, 17 de março de 2015

Margens

As margens dos olhos
Lagrimas são como alento,
Que dão vida ao sentimento.

Todo sonho cria forma
Como a palavra que se espalha,
Dentro da mente.

Mas o silencio que doma o corpo
É com amarra, que segura o tempo...
Deixando a insegurança permanecer.

E no horizonte que se forma
Entre a retina e a pálpebra...
Ganha conforto,
Com o calor que toma a alma.

Com o abrir e fechar de olhos
Luz e sombra tomam forma,
Vida e morte se misturam...

Com o se pôr e nascer do dia.

Pablo Danielli

quinta-feira, 12 de março de 2015

AMORES E CORAÇÕES PARTIDOS

O amor
A vida, 
Um sonho...
Um coração inteiro
Divido por duvidas,
Que pairam no ar.



De todos os amores vividos de forma visceral, os que foram folheados em paginas de livros e apenas estes, não deixaram seu coração amargo. Não deixaram seus lábios secos, ficando apenas uma sensação de provocação, instinto de um pobre coração pulsante, a espera de algo a mais, que suas pernas fiquem bambas e suas mãos, tremulas.


Do sol que cortava sua pele, ao entrar pela janela, cedendo uma pitada poética ao seu quarto, levemente desorganizado, mas ainda assim confortável, como seu coração... Revirado, mas a espera de confortar um novo amor.

Musicas incessantes, que insistem em lhe ensinar que lá fora e em cada esquina existe vida, vendida em pequenas bancas, estendidas em cordas, como ofertas de jornais. Basta ter coragem suficiente de pagar o seu preço, um pouco de sorrisos, algumas lagrimas, em algum momento amores e corações partidos.

E dentro de si, bate de forma violenta a duvida:

E depois? O que será de mim?

O que resta depois do prazer, do sexo e da dor?

E seu silencio de forma simples e caótica responde:

Será o que tiver der ser e se assim tiver o direito de viver.

O mundo conspira contra você, que se quer abriu a porta do quarto. Respirou ar novo, soltou o velho por entre as lembranças, buscou novas palavras... Esperança vendida em pequenos frascos, leves e rasos, oriundos de alguma parte do velho mundo.

A insanidade do relógio insiste no passar das horas, o tempo para algumas memórias soa como castigo e você prefere trancar em algum canto escuro da história. Seus pés tocam o chão, puxando o peso do seu corpo para a realidade confusa, que brinca com sua vida sem parar.

Você deseja tornar a deitar, viver sem o gosto da boca seca, sem precisar cobiçar, mas a vida que bate em sua porta, insiste, persiste em lhe chamar, tentando lhe iludir de que seus olhos irão se encantar, quando novamente e mesmo perdida, você tornar a amar.



Pablo Danielli

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Formas



Forma,

Que deforma...

O intimo,

O publico,

Existencial.

Em forma enlatada,

Vendida em letras garrafais.

Todos assumem seu molde,

Vendido a baixo custo...

Em um lugar úmido,

E tropical!

Soa como desdém,

Um espirro sem querer?

E toma forma,

Fingindo ser...

O que não se tem!



Pablo Danielli

https://www.facebook.com/pages/Pablo-Danielli/135413313230522

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Definir

"O que você ouve ou lê não é o que te define, mas sim a forma com a qual você utiliza essas informações".

Pablo Danielli 

Livro a venda!!!!

Lançamento!!! Mergulhe nas palavras e aproveite cada frase desta obra, selecionada especialmente para você leitor! A venda nas livrarias e s...