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sexta-feira, 27 de março de 2015

Terra

É tua 
A terra que pisas,
Mas somente a que esta em tuas solas,
Os passos que ficaram ao tempo,
Estes não te pertencem mais...
Tão pouco, os que mesmo distante,
Almeja dar.
Não tem direito algum e nunca terá
Sobre a vida que se apresenta
Como forma de presente.
E o calor que sentistes 
Em alguns momentos,
Será substituído por noites frias.
Assim é a vida...
Hoje se tira, amanha se dá.


Pablo Danielli

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Terra seca



Como uma lâmpada acessa,
Em meio a pensamentos apagados,
Palavras nada constroem.
Fogem, como olhares que evitam...
Encontrar vida na imaginação.
Em terra seca...
Letras são como chuva,
Molham, mas não aliviam.

Pablo Danielli

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Terra seca




Como uma lâmpada acessa,
Em meio a pensamentos apagados,
Palavras nada constroem.
Fogem, como olhares que evitam...
Encontrar vida na imaginação.
Em terra seca...
Letras são como chuva,
Molham, mas não aliviam.

Pablo Danielli

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Terra seca

Terra seca

Como uma lâmpada acessa,
Em meio a pensamentos apagados,
Palavras nada constroem.
Fogem, como olhares que evitam...
Encontrar vida na imaginação.
Em terra seca...
Letras são como chuva,
Molham, mas não aliviam.


Pablo Danielli

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Abraços apertados

É só um abraço apertado
Sem saber se é despedida,
Ao sair, não sabe se volta...
Ou se perde a vida!
Olhos marejados,
Não desarmam minas.
Pedidos de perdão,
Não calam uma multidão.
Não há bomba,
Que destrua mais que o silencio,
Não há silencio que mate mais...
Se não o que vem da mídia (politica).
Entre tantos corpos,
Somos todos vitimas!
Entre tantas lagrimas,
Meu corpo ainda sangra...
Com a ultima noticia.
Hoje um desconhecido,
Amanha quem sabe?
Família.


Pablo Danielli

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Terra, santa?

Terra, santa?

Como uma melodia silenciosa
Explode o desespero...
Daqueles que não tem paz.
A inquietação
Dos corpos estendidos,
Em valas, pensando ser passado.
Mas ao acordar...
Lembra-se, que é tudo atual.
Rompendo a pureza da terra
O sangue sujo pela cobiça,
Veda os olhos,
De quem tem sede...
Verdadeiros animais!
O sorriso se esconde
Por entre nuvens,
De um sol, que já não é capaz...
De alegrar, fazer brotar, iluminar.
O medo rasga a carne,
Mas, não atinge o coração!
Porque as lagrimas, que a noite surgem do desespero,
Ao nascer o dia, forjam as paredes da alma,
Com esperança.
E em meio aos escombros
Ao ver a figura de uma criança,
É possível crer em algo mais...
Talvez, quando já não houver corpos,
Para serem dilacerados,
Teremos, esperança e paz.


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