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quinta-feira, 18 de junho de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Ignorância
Nasce sem pedir, parte sem querer ir,
Não é o inicio, não é o meio, nem o fim.
A maioria dos relacionamentos
Tem o mesmo problema,
O silencio acaba se tornando
A frase favorita neles.
A maioria dos amantes
Tem o mesmo objetivo,
Se sentir desejado.
Não se pode pedir para mentir,
Não se pode pedir para julgar,
Não se pode pedir para amar.
A trilha do sol é sempre mais quente,
Mas quem quer se queimar?
A trilha da chuva é sempre mais fria,
Mas quem quer se molhar?
Sempre sorri no inicio,
Mas nunca quer chorar no fim.
Sentiu medo
Mas não chorou,
Sentiu frio
Mas não se esquentou,
Sentiu amor
Mas não se empolgou.
Verdades obsoletas
Em um mundo de redundâncias,
Salve, salve, nossa ignorância.
Pablo Danielli
Não é o inicio, não é o meio, nem o fim.
A maioria dos relacionamentos
Tem o mesmo problema,
O silencio acaba se tornando
A frase favorita neles.
A maioria dos amantes
Tem o mesmo objetivo,
Se sentir desejado.
Não se pode pedir para mentir,
Não se pode pedir para julgar,
Não se pode pedir para amar.
A trilha do sol é sempre mais quente,
Mas quem quer se queimar?
A trilha da chuva é sempre mais fria,
Mas quem quer se molhar?
Sempre sorri no inicio,
Mas nunca quer chorar no fim.
Sentiu medo
Mas não chorou,
Sentiu frio
Mas não se esquentou,
Sentiu amor
Mas não se empolgou.
Verdades obsoletas
Em um mundo de redundâncias,
Salve, salve, nossa ignorância.
Pablo Danielli
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Vende-se
Em tempos de eleição vale qualquer apelação, se vende mãe, pai e irmão... Imagine então, uma opinião!
Pablo Danielli
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Terra, santa?
Terra,
santa?
Como
uma melodia silenciosa
Explode
o desespero...
Daqueles
que não tem paz.
A
inquietação
Dos
corpos estendidos,
Em
valas, pensando ser passado.
Mas
ao acordar...
Lembra-se,
que é tudo atual.
Rompendo
a pureza da terra
O
sangue sujo pela cobiça,
Veda
os olhos,
De
quem tem sede...
Verdadeiros
animais!
O
sorriso se esconde
Por
entre nuvens,
De
um sol, que já não é capaz...
De
alegrar, fazer brotar, iluminar.
O
medo rasga a carne,
Mas,
não atinge o coração!
Porque
as lagrimas, que a noite surgem do desespero,
Ao
nascer o dia, forjam as paredes da alma,
Com
esperança.
E
em meio aos escombros
Ao
ver a figura de uma criança,
É
possível crer em algo mais...
Talvez,
quando já não houver corpos,
Para
serem dilacerados,
Teremos,
esperança e paz.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Mulher
Que direitos são estes que ferem
Não só o corpo, mas a alma,
Que luta é essa que maltrata
Dilacera a coragem, faz crescer o medo?
Que culpa tão grande é essa
Que faz desejar não viver,
É a beleza, o aroma ou o sorriso encantador?
Seus cabelos ao vento, não podem servir como chicotes!
Um silencio, que fere!
Dilacera e maltrata.
Mas os olhares tão tristes
Com esses dias tão incompreensíveis
Não fingem.
Existe vida além-mar?
Existe esperança além da dor?
Existe força aonde só há terror?
Tantas perguntas em um corpo tão frágil
Capaz de fazer surgir à vida,
Mas ainda incapaz
De viver com a dor.
Não é pela violência sofrida
Não é pelo desespero nela contida,
Não é pelas marcas que não cicatrizam!
É pela alma ferida
Pela pureza perdida
Pelo corpo que deveria receber
Somente o calor
E sentir apenas o amor.
É o direito de viver
De ser feliz,
Que alguns ainda não conseguem
Se permitir.
Pablo Danielli
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