Poesias, crônicas, textos sobre a vida. Poems, essays, texts about life. Poesie, saggi, testi sulla vita. Des poèmes, des essais, des textes sur la vie. Gedichte, Essays, Texte über das Leben. Poemas, ensayos, textos sobre la vida.
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quarta-feira, 4 de março de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
As pessoas
As pessoas que sonham de mais
Não vivem!
As que sonham de menos
São tristes!
Os que vivem pelos objetivos
Não sorriem!
E as que nunca saem da sombra
Não progridem!
As que não sentem a vida
São cinza!
As pessoas que amam
São felizes!
Pablo Danielli
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Indi(Gente)!
Vai lá, da um lida!
http://lounge.obviousmag.org/palavras_soltas/2013/08/indigente.html
Indi(Gente)!
As mãos sujas pelo mau trato da vida, vasculha de forma bruta o saco junto ao meio fio, a cada volta da sua mão na aquele paraíso de sobras humanas, faz escapar o fedor de toda uma sociedade que ignora sua existência.
O rosto baixo com o corpo meio curvado e os olhos tristes, como quem se esconde de outros olhares falsamente piedosos, ouve múrmuros quase imperceptíveis, embora sua cabeça insista em lhe alucinar, que seja sobre sua humilhação.
Sem saber que horas são, sem se importar que seja dia, noite, ou madrugada a fora, sem obrigações legais, sem obrigações sociais, sem falsas ideologias ou filosofias baratas. Apenas com a esperança de encontrar uma sobra que possa comer, ou vender para conseguir poucos centavos.
Mesmo que seu sofrer lhe de motivos para sorrir, dificilmente saberia que se trata de felicidade, pois a pele queimada do sol e marcada pelo descaso, já não tem a sensibilidade necessária para sentir algo além da dor. Acostumou-se a dar passos vazios, há ser invisível, há ignorar seus sonhos e desejos, não poderia ser nada além de alguma coisa qualquer, quase que um objeto decorativo, essencial em qualquer sociedade trincada e obsoleta.
Percebe que não é bem vindo, percebe que não sabe para onde está indo, e que de alguma forma é motivo de risos, indelicados e indecisos. Que com suas marcas estampadas, seres ligados no automático esquecem-se de vestir-se de humanidade. Seu olhar corre pelas calçadas mal cuidadas, pelos muros pichados, uma cidade morta, cinza e explorada pela incessante busca de poder aquisitivo, que não se lembra mais qual é seu verdadeiro objetivo.
Pensa com sigo mesmo, como mudar, como sobreviver a esses tempos tão incertos, não poderia ser ele o único invisível em um lugar que parece ser bom apenas para sobreviver. Aos poucos se levanta, exalando o cheiro de seu viver pelos poros entupidos de verdades nunca ditas, abandona o saco, já sem nada para lhe oferecer, da alguns poucos passos com seus pés calejados, prostrando em frente aquilo que pode ser mais uma refeição, cai uma lagrima lhe dando esperança de que ainda não foi totalmente destruído e que lhe resta uma gota de humanidade e assim segue sua sina, imposta por outras línguas que não conseguem identificar o sentido da vida.
Pablo Danielli
http://lounge.obviousmag.org/palavras_soltas/2013/08/indigente.html
Indi(Gente)!
As mãos sujas pelo mau trato da vida, vasculha de forma bruta o saco junto ao meio fio, a cada volta da sua mão na aquele paraíso de sobras humanas, faz escapar o fedor de toda uma sociedade que ignora sua existência.
O rosto baixo com o corpo meio curvado e os olhos tristes, como quem se esconde de outros olhares falsamente piedosos, ouve múrmuros quase imperceptíveis, embora sua cabeça insista em lhe alucinar, que seja sobre sua humilhação.
Sem saber que horas são, sem se importar que seja dia, noite, ou madrugada a fora, sem obrigações legais, sem obrigações sociais, sem falsas ideologias ou filosofias baratas. Apenas com a esperança de encontrar uma sobra que possa comer, ou vender para conseguir poucos centavos.
Mesmo que seu sofrer lhe de motivos para sorrir, dificilmente saberia que se trata de felicidade, pois a pele queimada do sol e marcada pelo descaso, já não tem a sensibilidade necessária para sentir algo além da dor. Acostumou-se a dar passos vazios, há ser invisível, há ignorar seus sonhos e desejos, não poderia ser nada além de alguma coisa qualquer, quase que um objeto decorativo, essencial em qualquer sociedade trincada e obsoleta.
Percebe que não é bem vindo, percebe que não sabe para onde está indo, e que de alguma forma é motivo de risos, indelicados e indecisos. Que com suas marcas estampadas, seres ligados no automático esquecem-se de vestir-se de humanidade. Seu olhar corre pelas calçadas mal cuidadas, pelos muros pichados, uma cidade morta, cinza e explorada pela incessante busca de poder aquisitivo, que não se lembra mais qual é seu verdadeiro objetivo.
Pensa com sigo mesmo, como mudar, como sobreviver a esses tempos tão incertos, não poderia ser ele o único invisível em um lugar que parece ser bom apenas para sobreviver. Aos poucos se levanta, exalando o cheiro de seu viver pelos poros entupidos de verdades nunca ditas, abandona o saco, já sem nada para lhe oferecer, da alguns poucos passos com seus pés calejados, prostrando em frente aquilo que pode ser mais uma refeição, cai uma lagrima lhe dando esperança de que ainda não foi totalmente destruído e que lhe resta uma gota de humanidade e assim segue sua sina, imposta por outras línguas que não conseguem identificar o sentido da vida.
Pablo Danielli
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Quando as Estrelas Encontram o Céu, When the stars meet the sky
When the stars meet the sky
It is majestic and the sublime moment of goodbye and hope
It is natural as small flames
That illuminates the hearts of lovers.
Who write nonsense and small vows of eternal love
Eternal as brightly in the void of the universe,
Looking for your fitting, almost perfect in the eyes of the dreamer.
Hoping fervently chest open and a new love
The light of heaven, today fascinates and illuminates not only the gallant,
But also, that tree
Drought and old that so many fruit sprouted.
Giving finally, to ensure life in all its splendor,
That's life on the line, no longer flower
To be a heaven of love.
Pablo Danielli
É o sublime e majestoso momento do adeus e da esperança,
É natural como pequenas chamas
Que ilumina o coração dos apaixonados.
Que escrevem bobagens e pequenas juras de amor eternos
Eterno como seu brilho no vazio do universo,
Procurando seu encaixe, quase que perfeito no olhar do sonhador.
Esperando de peito aberto e com fervor um novo amor
A luz deste céu, hoje ilumina e fascina não somente o galanteador,
Mas também, aquela árvore
Seca e velha que tantos frutos brotou.
Dando por fim, a velar a vida no seu esplendor,
Que na linha da vida, deixa de ser flor,
Para ser mais um céu de amor.
Pablo Danielli
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Tempo, times
Other times,
Hard times
Times controversial?
Times that are not
Like so many others!
Not even so cute
Or slowly ugly
As is expected from them all the time.
Hard times
Times controversial?
Times that are not
Like so many others!
Not even so cute
Or slowly ugly
As is expected from them all the time.
Pablo Danielli
Outros tempos,
Tempos difíceis,
Tempos controversos?
Tempos que não são
Como outros tantos!
Nem ao menos tão bonitos
Ou lentamente feios,
Quanto se espera deles o tempo todo.
Outros tempos,
Tempos difíceis,
Tempos controversos?
Tempos que não são
Como outros tantos!
Nem ao menos tão bonitos
Ou lentamente feios,
Quanto se espera deles o tempo todo.
Pablo Danielli
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
As flores, Flowers
Entre os arbustos
Que o vento
Envolvia,
As flores insistiam em
Nascer.
Teimosia sem fim
O sol
As aquecia,
A chuva saciava.
Mas,
O que é
Belo!
Ninguém tinha
Tempo, universo
Para olhar
Ou...
Gostar!
Pablo Danielli
Among the bushes
The wind
involved,
Flowers insisted
Sunrise.
Stubbornness endless
The sun
The heated,
The rain sated.
but,
What is
Belo!
nobody had
Time, universe
to look
Or ...
Like!
Pablo Danielli
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