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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Tempo

Tempo



Como seres racionais aprendemos a contar o tempo, pelos segundos, minutos e horas. Fatiamos e planejamos, tudo de forma organizada para que nada saia ou fuja de um cronograma ou dentro do que é esperado.


Embora isto não signifique certezas, pensamos dessa forma, mas esquecemos que o tempo apresentado de modo cronológico é uma invenção humana para ter a falsa sensação de controle de fatos e acontecimentos.


Não lembramos que “tempo” pode significar sentir o momento, não nos passa pela cabeça que esse girar da terra também pode ser contado a partir de sentimentos e lembranças não programadas ou manipuladas.


Passamos infância, juventude e vida adulta com o mesmo pensar, contaminado na mente da grande maioria, de que somos senhores do tempo e não que de fato estamos a mercê dele.


Pequenos grãos de areia no universo, que tem direito e voz sobre os outros pelo simples fato de poder “comprar” o segundos ou horas do dia de alguém. Somo pequenos de fato ate na forma de agir e pensar.


O dia nasce, passa e morre ao entardecer, pessoas nascem, “vivem” e morrem com a mesma velocidade sem perceber ou questionar sua própria forma de vida. Somos capazes de construir grandes prédios, carros confortáveis, descobrir a gravidade, embora ainda não saibamos expressar o sentimento contido dentro de cada um de nós.


O domínio que pensamos ter sobre objetos e seres não “racionais” nos dá a sensação de poder e acabamos por não perceber que ficamos reféns destas escolhas, acabamos por viver vidas que a sociedade quer, acabamos por sentir o que a televisão e revistas acham correto e pensamos que com o tempo, tudo se esquece ou tudo se resolve.


O calendário define nossas alegrias e tristezas, nossas escolhas e desejos. Ainda não aprendemos a viver de acordo com nossos sentimentos, não sabemos lidar com adversidade que impõe outras rotas, nos desesperamos porque somos reféns do nosso próprio empo.




Pablo Danielli

Justo

“Não me parece justo matar a flor, para simplesmente disfarçar as mentiras do amor.”

Pablo Danielli

sábado, 25 de janeiro de 2014

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Feita para o pecado


Feita para o pecado
Te quero, despida de toda veste e pudor,
Com a alma nua e crua para a vida,
Servindo para os deleites de um amor.

Com o corpo clamando por toques,
Esperando que lhe tire cada pétala de inocência
Que ainda reluta em ter dentro de si.

Podando seus espinhos e lhe preparando para o prazer,
Assim te quero, sedutora de corpos.
Envolta na mais pura seda, para fazer a mente delirar.

O pecado serve como teu aroma e chama pelos homens,
Que tolos caem em tuas garras, sem ter como escapar.
Provando do teu liquido, viciando e fazendo-os delirar.

Curvas mortais, culminando no forte e absoluto desejo,
Fazendo que de teus lábios saiam melodias pecaminosas,
E que de tua alma sinta-se a chama do prazer, implorando,
Teu suspiro servindo como um chamado, um aviso,
Como se fosse uma ultima vez, que lhe verei.

Pablo Danielli

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