segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Poesia, poésie, poetry



To be a child



Ball roll roll ball

Cock ball, ball flies!

Children see, children want,

Kick the ball, playing catch-cola and jump rope,

Sapeca child, sassy child, enters the dance,

Dancing hula hoop.

Pass the ring to take care, sings a lullaby for bedtime,

Rescue the princess from the castle tower,

Vira hero, kills the dragon and holds the villain.





Per essere un bambino



Palla rotolare la sfera rullo

Rubinetto a sfera, vola a sfera!

I bambini vedono, i bambini vogliono,

Calcia la palla, gioca a palla-cola e corda per saltare,

Sapeca bambino, bambino impertinente, entra la danza,

Danza hula hoop.

Far passare l'anello di prendersi cura, canta una ninna nanna per andare a letto,

Salvare la principessa dalla torre del castello,

Vira eroe, uccide il drago e tiene il cattivo.



Pablo Danielli



Para ser un niño



Rollo bola rodar la bola

Cock pelota, bola vuela!

Los niños ven, los niños quieren,

Patear la pelota, jugando a la pelota-cola y saltar la cuerda,

Sapeca niño, niña insolente, entra en el baile,

Bailando el hula hoop.

Pase el anillo de cuidar, canta una canción de cuna para dormir,

Rescatar a la princesa de la torre del castillo,

Vira héroe, mata al dragón y tiene el villano.






Pour un enfant



Boule de pain boule de pain

Balle Cock, les mouches à billes!

Les enfants voient, les enfants veulent,

Botter le ballon, jouer fourre-cola et saut à la corde,

Sapeca enfant, l'enfant impertinent, entre dans la danse,

Danser hula hoop.

Passer la bague de prendre soin, de chanter une berceuse chanson,

Sauver la princesse de la tour du château,

Vira héros, tue le dragon et détient le méchant.



Pablo Danielli

Livro de Poesias



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sábado, 20 de outubro de 2012

Inconstante








Mais um mês e acaba

Mais um dia e se vai,

Mais um momento

E se perde!

O dinheiro, a tristeza, felicidade!

Um piscar de olhos e passou

Um suspiro e se foi,

Mais uma lagrima

E o tempo mudou!

A vida, o amor, a amizade!

Um passo sem saber

Uma palavra por querer,

Uma escolha por prazer!

Amores itinerantes,

Escolhas conflitantes

A vida, inconstante,

Há presenteou!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A poesia





A poesia feita

De palavras, sentimentos,

Duras verdades.

Um laço

Na cabeça, dos descrentes,

Um tiro no escuro

Eco no vazio da mente.

Voz

Para os que recusam,

Se expressar.

Olhos

Para aqueles que insistem,

Em não se desvendar.

Mentiras

Para aqueles que já não conseguem

Fingir amar.

Sem sentido, complexo,

Absurdamente lindo!

A poesia

Por mais esquecida

Que esteja,

Nunca tem fim!

Basta um olhar

Para recomeçar.

Pablo Danielli

Um grande final



Á Miss Brasil anunciou seu namoro,

O governo, verba para educação!

O piloto mais um ano de decepções.

A mídia manchetes de novela,

Fofocas sobre casais.

Nas ruas pessoas desacreditadas

Entra ano e sai ano,

Desculpas de políticos esfarrapados.

Mai um jogo da seleção

Criminalidade atingindo recordes,

Números de um jornal dominical.

Saúde apenas para quem tem benção papal!

Entre uma reza e outra

Desejos de um saldão de verão,

Livros, lá não estão.

Entre uma cabeça dividida

E uma mente sem pensar,

Pedras no meio do caminho

Apenas para arremessar!

No país canarinho

Sonhos não são feitos para voar,

Luxo que o dinheiro não compra

Escondido por sorrisos, entre sinais.

No país das oportunidades

A corda é bamba e bamba,

Para quem não sabe de mais.

O resto é resto

Sobras de jantares,

Telespectadores acomodados

Esperando por algum mocinho,

Que salve a todos, em um grande final!

Pablo Danielli

Com um pouco de tempo







Não há dor


Nem amor,


Que não se curem.


Com um pouco


De tempo,


Com um resto


De lagrima,


Com um vestígio


De solidão.


O que é a mistura dos dois


Se não a vida?


O que seria sua falta


Se não a morte?


De todos os amores sãos


O que deixa marca,


É a loucura!


De todas as loucuras


É o gesto simples.


Ao final, é piscar os olhos,


Disfarçar o peso das escolhas,


E vendar o cansado coração.


Dia sim, dia não!


Se a vida quiser,


Tropeço, numa nova paixão.

Pablo Danielli

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Amar, muito além de parafrasear


Aqui
Já não sei mais,
Se, estou!
Além do oceano
Parágrafos do horizonte,
Espaços, distantes do teu olhar.
Deste ponto
Não sei se é começo,
Ou final!
As reticencias
Deixam interrogações,
Para muitos pensamentos.
Inclusive
Um certo brilho,
No exclamar.
Por que
O teu olhar encontro
Nos parênteses.
Entre palavras, silabas,
Algumas conjunções.
Amar, muito além,
De parafrasear!



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