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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Pátria amada

O imposto subiu!
De novo?
Puta que pariu!
Pátria amada Brasil.
A gasolina, a comida,
E a luz subiu!
De novo?
Já não tiram o suficiente,
Coitado desse povo!
Mais e mais corrupção no planalto,
Manchete de jornais, virou rotina!
A corrupção?
Não, se conformar!
Puta que pariu!
Pátria amada Brasil.

Pablo Danielli

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Sonhei que era famoso



Sonhei que era famoso,
Compositor, cantor, escritor, ator ou o seja lá o que for,
Tudo que eu dizia tinha classe, tudo que fazia tinha glamour,
Havia fãs, seguidores e admiradores.

E assim acumulava grana e fazia fortuna,
Mulheres aos meus pés e muitos corações partidos
Mas era famoso, isso era bom, mesmo com muito interesse em jogo.
Carrões, iates e hotéis de luxo, nada me faltava,

Por muitas festas eu passava, o pessoal me chamava,
E ainda se precisasse de mais alguma coisa
Meu empresário providenciava.

Foi então que nesta vida de famoso resolvi descansar,
Sem querer acordei do sonho que tive e sofri,
Contas para pagar, a geladeira vazia e a mulher a gritar,
Morar na periferia, carro popular e filhos para cuidar.
Assalto a mão armada, buracos nas calçadas e algumas sandálias estragadas.

O dinheiro não dá, o mês é pouco, vivendo sempre no sufoco,
E eu querendo voltar a sonhar, porque sinceramente meu amigo,
Esta vida de pobre, definitivamente não dá.

Pablo Danielli

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O silencio que rompe a escuridão

Tu és um anjo
Embora para mim um demônio,
Tu és um sonho,
Embora para mim pesadelo
Falta de sono, insônia.

Tu és a beleza do retrato
Pendurado e a muito não apreciado,
O silencio que rompe a escuridão
Procurando por luz, por alguém,
Um pobre coitado e o seduz.

É o calor em dias de inverno
E a sombra em dias de verão,
Oasis em meio à solidão.

Tu és o desejo e o repudio
Tu és a dor e alegria,
A rotina e monotonia, aventura e adrenalina.

É a soma e a divisão de sentimentos
Tão só e acompanhada pelo vento,
Que te leva pra onde quer
Que me afasta do que desejo.

Tu és o belo, o doce e o beijo,
Tão amargo e feio sem você,
Sou eu, castigado e remoendo lamentos.

Pablo Danielli

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Feridas Abertas


Ao segurar a rosa desfolhada
Livra de todo pudor a morte,
Não é a sombra do medo
E tão pouco o medo da solidão.
A raiva contida no sorriso
E as palavras sutis,
Que marcam os desejos
Recusados pelo coração.
É teu suor, fedido, mórbido,
De quem não lutou, não desejou revolução!
É o espinho que sangra minha mão,
Quase estragando o macio das pétalas.
Morte certa pela beleza
Da vida, de um amor,
Trancado com medo de voar!
Pois o vento não consegue levar o sangue
Que seco sobra-lhe o chão.
Não faz brotar vida nova
Tão poucos sonhos belos,
Apenas cicatrizes de dias secos
Aonde a beleza das flores não curou.
Feridas abertas, não cicatrizam,
Mesmo feitas pelo amor.

Pablo Danielli

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Reunião de condomínio

Essa crônica não tem qualquer compromisso com a realidade ou com algo moral.
Se você for dessas pessoas moralistas ou que não se permite uma leitura despretensiosa, faça um favor a si mesmo e não leia. Se a caso ler, não reclame.

É uma serie de crônicas que relata a vida de um personagem fictício, Chamado de “A rotina de Paulo”. 

3 - Reunião de condomínio

Volta e meia tem um veado, que costuma reclamar que alguma coisa não funciona, como se alguma coisa no país funcionasse! E se não bastasse isso fica aporrinhando todo mundo com as reclamações parece àquelas velhas que não tem o que fazer e ficam caçando problemas.
Da vontade de chagar pra um loco desses e falar: Vira homem e para de chorar! Mas como a gente é pau mandado e ganha uma miséria pra ser assim, conto até dez e falo que vou resolver. E quando porra nenhuma funciona, os trastes do prédio resolvem fazer uma reunião, como se isso resolvesse alguma coisa.
Azar do sindico que tem que fica ouvindo baboseira de gente que acha que é rico. Geralmente essas reuniões acontecem no fim da tarde, inicio da noite, puta falta do que fazer, bem na hora do boteco penso comigo mesmo. Fica um monte de gente numa salinha de um calor infernal, reclamando todo mundo junto de um monte de coisa diferente, como se tudo fosse possível.
Fico do lado do sindico e só observo, aquele monte de pau mandado, cuja única diferença entre nós é o diploma, são pau mandado com diploma, de grife enquanto eu apenas ganho um pouco menos e não tenho que me fuder cumprindo horário. Dou risada sozinho!
O sindico olha pra mim, outo pau mandado que ganha pouco pra todo mundo botar pra fuder, e fala em voz baixa: Quer ver essa putaria acabar agora?
Ele se levanta e fala:
Senhores compreendo a preocupação de vocês, mas estamos sem dinheiro em caixa e precisaremos fazer uma “vaquinha” para providenciar os reparos necessários!
Um silencio mortal toma conta do ambiente, e fico falando comigo mesmo: Cambada de duro, só tem posse! Na hora de reclamar são os bom da boca, pra abrir a mão fica miudinhos! Acaba que ninguém resolve nada e fica tudo sempre como está, mas sempre tem um ou outro que vem depois me pedir pra dar uma passada no apartamento pra dar uma olhada.
Olho para o cidadão, e tenho vontade de falar, vai dar, vai! Mas de todos os escravos eu sou o que menos mando, e eu preciso de dinheiro pra pagar as putarias, digo que logo dou uma passada, só antes vou passar no boteco pra dar uma firmada.

Pablo Danielli

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O pouco que se tem, What little has





What little has


I give you life
Likewise, I give death
I grant you the gift of choice
Often I allow Rs.
I allow smiled, as that will suffer.
Nothing more just and honorable to learn to lose,
So learn to live with what little they have.

Pablo Danielli

O pouco que se tem



Te dou a vida

Da mesma forma que lhe dou a morte,

Concedo-lhe o dom da escolha,

Permito que erres muitas vezes.

Permito que sorria, da mesma forma que irá sofrer.

Nada mais justo e honroso que aprender a perder,

E assim saber viver com o pouco que se tem.


Pablo Danielli

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Scars of Life

They are just noises
Passing, that disappear,
But leaving marks
No end in our souls.
Tears are drying
With the wind, in time.
But the spirit that wash
they feel helpless,
For the pain of one who is gone.
These are moments spent
As present, the pain,
My pain does not let go.
They are silent, your words
That in my ears will no longer play.
Only your memory and nothing more,
That will soften with time.
But the scar of your life
Have this on me,
And now more there to heal.


Pablo Danielli



Scars of Life


Sie sind nur Geräusche

Passing, die verschwinden,

Aber Spuren zu hinterlassen

Kein Ende in unsere Seelen.

Tränen trocknen

Mit dem Wind im Laufe der Zeit.

Aber der Geist, waschen

sie fühlen sich hilflos,

Für den Schmerz eines Menschen ist verschwunden.

Das sind Momente verbracht

Da derzeit die Schmerzen,

Meine Schmerzen nicht gehen lassen.

Sie sind leise, deine Worte

Das in meinen Ohren nicht mehr spielen.

Nur Ihr Gedächtnis und nichts mehr,

Das wird mit der Zeit zu mildern.

Aber die Narbe Ihres Lebens

Lassen Sie sich diese auf mich,

Und jetzt gibt es zu heilen.



Pablo Danielli

No son más que ruidos
Pase, que desaparecen,
Pero dejando marcas
No hay final en nuestras almas.
Las lágrimas se secan
Con el viento, en el tiempo.
Pero el espíritu que lavar
se sienten impotentes,
Para el dolor de alguien que se ha ido.
Estos son momentos vividos
En la actualidad, el dolor,
Mi dolor no le deja ir.
Son silenciosos, sus palabras
Que en mis oídos ya no jugar.
Sólo su recuerdo y nada más,
Esto suavizará con el tiempo.
Pero la cicatriz de su vida
Tenga esto en mí,
Y ahora, más allá de curar.


Pablo Danielli

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

They are just names, No son más que nombres, Sie sind nur Namen

They are just names


They are just names

Said lip service,

No faces or feelings

They're just names.


Are unknown hopeless

It is the lack of a smile, the death of life,

Torn on the corners, no rhymes.


Are mutilated bodies on the floor

Pieces of dreams crumbled,

For needles, rocks and dust.


They are puppets in the wrong hands

Are looks lost at dawn

In search of the false pleasure,

That always ends in pain, the emptiness, the nothingness.


Fallen tears are not sprout

Empty without filling the heart,

Families are finished, unstructured,

Roles with small projects, thrown away.


They are just names

Forgotten by time,

Thrown to the wind.


They are just feelings

Forgotten, somewhere,

Waiting for salvation

For someone to hand them.


They are just friends, brothers

Lost, consumed by fear

They are just names

Said lip service.


Pablo Danielli


Sie sind nur Namen


Sie sind nur Namen
Lippe-Service,
Keine Gesichter oder Gefühle
Sie sind nur Namen.


Unbekannt sind hoffnungslos
Es ist der Mangel eines Lächelns, der Tod des Lebens,
Hin-und hergerissen an den Ecken, keine Reime.


Sind verstümmelten Leichen auf dem Boden
Pieces of dreams zerbröckelte,
Für Nadeln, Gestein und Staub.


Sie sind Marionetten in den falschen Händen
Sind sieht Dawn verloren
Auf der Suche nach der falschen Vergnügen,
Das endet immer im Schmerz, die Leere, das Nichts.


Gefallene Tränen nicht sprießen
Leere ohne Füllung des Herzens,
Familien fertig sind, unstrukturierte,
Rollen mit kleinen Projekten, weggeworfen.


Sie sind nur Namen
Passwort von Zeit,
Geworfen, um den Wind.


Sie sind nur Gefühle
Vergessen, irgendwo,
Warten auf Erlösung
Für jemanden, übergeben sie.


Sie sind nur Freunde, Brüder
Verloren, verzehrt von der Angst
Sie sind nur Namen
Said Lippenbekenntnis.

Pablo Danielli

No son más que nombres


No son más que nombres
Dicho servicio de labios,
No hay caras o sentimientos
Son sólo nombres.


Se desconocen sin esperanza
Es la ausencia de una sonrisa, la muerte de la vida,
Dividida en las esquinas, sin rimas.


Están mutilados cuerpos en el suelo
Los pedazos de sueños se derrumbó,
Por agujas, rocas y polvo.


Son marionetas en las manos equivocadas
¿Se parece perdido en la madrugada
En busca del placer falso,
Eso siempre termina en el dolor, el vacío, la nada.


Lágrimas no brotan Caídos
Vacío sin llenar el corazón,
Las familias están acabados, no estructurada,
Roles con proyectos pequeños, desechados.


No son más que nombres
Olvidado por el tiempo,
Lanzado al viento.


No son más que sentimientos
Olvidado, en algún lugar,
Esperando a la salvación
Para alguien a entregarlos.


Ellos son sólo amigos, hermanos
Lost, consumidos por el miedo
No son más que nombres
Dicho servicio de labios.

Pablo Danielli

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

The stone that fell from heaven, Der Stein, der vom Himmel fiel, La piedra que cayó del cielo



The stone that fell from heaven


Sometimes when you have nothing you need to risk everything to win, even if slightly, even crumbs for when your hands are empty, the wind can not be the only weight to carry. Often it takes letting go of all that is superfluous even if it means getting naked, no clothes, but of thoughts, pride, love and hate.

Not all our certainties, acquired through endless days in the routine of years, the repetition of errors, not them, not even these few are enough to get us out of ostracism mental, just being caught off guard by the size of our alienation, and we were even more amazed to discover that most enjoy being this way.

There is an almost archaic fable, which was called the stone that fell from the sky, where it shows all alienation of a society, almost primitive by your thinking. The place was taken by nepotism, power was corrupted, there were many flaws in the city and the population was controlled by media banalities.

Everything absolutely everything was a chaotic organization, so all lived, it was established that order. They say that one night, a driver coming back from work was taken by surprise, a loud noise on the hood of your car and everything stopped working. He left scared and ran into a large rock, where the smoke out indicating that it came from the sky!

Ready, was enough for a global hysteria, the media, politicians population, an unprecedented uproar, all questioning and producing absurd theories about this phenomenon. There were weeks and months upon the subject, while society's problems only got worse as the population was definitely sunk in more and more distractions.

Until at a certain time, someone asked, why all this fuss about a rock? Why so much importance on something we have not revealed anything? And so to the first question were taken by others doubt! Seeing that the spotlight was being changed, who has been threatened try to put another way to get attention, new banalities, but the way it was done, there was no turning back and seeing it tried to buy the silence and seeing that the voice was already free in the alleys of the city tried to berate and finally arrest.

The stone was originally distraction instrument in the hand of whoever handles, some people realizing their format, used it to instrument release, as old as the earth, as necessary as air. The stone with its defective form, ugly, unfunny, no color, no voice, just as the person who watched, to open their eyes, became strong, beautiful and essential.

This fable is well our society today, we are alienated, are scattered and we are being manipulated, our stone is just empty programs, the armed circus around things pathetic. We must strip from enforced certainties and the vicious cycle of power. You must tame the stone, learn to use it and with that change society.


Pablo Danielli

Der Stein, der vom Himmel fiel


Manchmal, wenn Sie nichts haben müssen, alles zu riskieren, um zu gewinnen, wenn auch geringfügig, auch Krümel für, wenn Ihre Hände sind leer, der Wind kann nicht die einzige Gewicht zu tragen sein. Oft dauert es loszulassen von allem, was überflüssig ist, auch wenn es immer nackt, keine Kleider, sondern von Gedanken, Stolz, Liebe bedeutet und Hass.
Nicht alle unsere Gewissheiten, durch endlose Tage in der Routine der Jahre erworben hat, die Wiederholung von Fehlern, nicht sie, nicht einmal diese wenigen genug, um uns aus der Ächtung mental, gerade überrascht von der Größe unseres gefangen Entfremdung, und wir waren noch mehr erstaunt zu entdecken, dass die meisten sind auf diese Weise zu genießen.
Es ist eine fast archaische Fabel, die als der Stein, der aus dem Himmel, wo es zeigt alle Entfremdung einer Gesellschaft, fast primitiv Ihr Denken fiel wurde. Der Platz Vetternwirtschaft genommen wurde, Macht korrumpiert wurde, gab es viele Mängel in der Stadt und die Bevölkerung wurde durch Medien Banalitäten gesteuert.
Alles absolut alles war eine chaotische Organisation, so dass alle lebten, wurde festgestellt, dass Ordnung. Sie sagen, dass eine Nacht, ein Fahrer auf dem Rückweg von der Arbeit genommen wurde überrascht, ein lautes Geräusch auf der Motorhaube des Autos und alles funktionierte. Er verließ erschrocken und lief in einem großen Felsen, wo der Rauch aus darauf hinweist, dass es vom Himmel kam!
Ready, war genug für eine globale Hysterie, die Medien, Politiker Bevölkerung, eine beispiellose Aufruhr, alle Fragen und produzieren absurden Theorien über dieses Phänomen. Es waren Wochen und Monaten auf das Thema, während die Probleme der Gesellschaft nur noch schlimmer, da die Bevölkerung war auf jeden Fall in mehr und mehr Ablenkungen versenkt.
Bis zu einem bestimmten Zeitpunkt, fragte jemand, warum all diese Aufregung über ein Felsen? Warum so viel Wert auf etwas, das wir haben nichts offenbart? Und so auf die erste Frage wurden von anderen Zweifel genommen! Zu sehen, dass die Scheinwerfer, die geändert wurde, der bedroht wurde versucht, einen anderen Weg, um die Aufmerksamkeit, neue Banalitäten zu setzen, aber so, wie es geschehen war, gab es kein Zurück mehr und sehen es versucht, das Schweigen zu kaufen und zu sehen, dass die Stimme schon frei in den Gassen der Stadt versucht, zu beschimpfen und schließlich verhaften.
Der Stein war ursprünglich Distraktionsinstrument in der Hand, wer behandelt, einige auch die Realisierung ihres Formats, es instrument Release, so alt wie die Erde, so notwendig wie Luft. Der Stein mit seinen defekte Form, hässlich, unfunny, keine Farbe, keine Stimme, wie die Person, beobachtete ihre Augen zu öffnen, stark, schön und wichtig geworden ist.
Diese Fabel ist gut für unsere heutige Gesellschaft, wir entfremdet sind, sind verstreut und wir werden manipuliert, ist unser Stein nur leere Programme, die bewaffnete Zirkus um Dinge erbärmlich. Wir müssen aus der erzwungenen Gewissheiten und den Teufelskreis der entmachten. Sie müssen zu zähmen den Stein, lernen, es zu benutzen und mit diesem Wandel der Gesellschaft.


Pablo Danielli

La piedra que cayó del cielo


A veces, cuando no tienes nada tiene que arriesgar todo para ganar, aunque ligeramente, incluso migajas para cuando sus manos están vacías, el viento no puede ser el único peso a transportar. A menudo se necesita dejar ir todo lo que es superfluo, incluso si esto significa que se desnudan, sin ropa, sino de los pensamientos, el orgullo, el amor y el odio.
No todas nuestras certezas, adquiridas a través de interminables días en la rutina de los años, la repetición de errores, no ellos, ni siquiera esos pocos son suficientes para salir del ostracismo mental, acaba de ser sorprendido por el tamaño de nuestra alienación, y nos quedamos incluso más sorprendido al descubrir que la mayoría de disfrutar de ser de esta manera.
Hay una fábula casi arcaico, que fue llamada la piedra que cayó del cielo, donde se muestra toda la alienación de una sociedad, casi primitivo por su forma de pensar. El lugar fue ocupado por el nepotismo, el poder se corrompe, hubo muchas fallas en la ciudad y la población estaba controlada por los medios de comunicación banalidades.
Todo absolutamente todo era una organización caótica, así que todo lo vivido, se estableció que el orden. Dicen que una noche, un conductor que viene de vuelta del trabajo fue tomada por sorpresa, un ruido fuerte en el capó de su coche y todo dejó de funcionar. Él dejó asustado y se encontró con una gran roca, donde el humo que indica que vinieron del cielo!
Listo, fue suficiente para que una histeria mundial, los medios de comunicación, la población de los políticos, un escándalo sin precedentes, todo cuestionamiento y la producción de teorías absurdas sobre este fenómeno. Había semanas y meses sobre el tema, mientras que los problemas de la sociedad sólo se agravó cuando la población se hundió definitivamente en distracciones más y más.
Hasta que en un momento determinado, alguien le preguntó, ¿por qué todo este alboroto sobre una roca? ¿Por qué tanta importancia a algo que no hemos revelado nada? Y así, a la primera pregunta se tomaron por la duda a otros! Al ver que el centro de atención era el relevo, que ha sido objeto de amenazas tratan de poner otra manera de llamar la atención, banalidades nuevas, pero la forma en que se hizo, no hubo vuelta atrás y ver que trató de comprar el silencio y viendo que la voz era ya libre en los callejones de la ciudad intentó reprender y detener finalmente.
La piedra era originalmente distracción instrumento en la mano de quien lo maneja, algunas personas darse cuenta de su formato, que solía liberación instrumento, tan viejo como la tierra, tan necesaria como el aire. La piedra con su forma defectuosa, feo, sin gracia, sin color, sin voz, al igual que la persona que vio, a abrir sus ojos, se hizo fuerte, hermoso y esencial.
Esta fábula está muy por nuestra sociedad de hoy, estamos alienados, están dispersos y son manipulados ser, nuestra piedra está a sólo programas vacíos, el circo armado alrededor de las cosas patéticas. Hay que despojar de certezas forzadas y el ciclo vicioso del poder. Usted debe dominar la piedra, aprender a usarlo y con ello cambiar la sociedad.


Pablo Danielli

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